Sobre nós


A advocacia deve em sentido amplo ser artesanal. O caso do cliente é para ser feito à mão. Não é um número, não é irrelevante, não é pequeno. É sempre especial, é mutante, sempre único, sempre sofrido. Um processo, a derrota em si mesmo, espanta os comuns, assusta os cidadãos, pune quem não tem uma boa defesa e via de regra, tem só perdedores. Advogar manualmente, com muita modernidade e essência é garantir ao cliente sua defesa ampla, irrestrita, corajosa, ímpar, atual.


A advocacia deve ser moderna. O advogado se utiliza da tecnologia desde sempre. Foi assim com o papel, com a escrita, com o telex, com o mimeografo, com o fax, com as máquinas de escrever manuais, depois as automáticas e depois os primeiros computadores. Na década de 80, o computador, que ainda não servia para quase nada, invadiu a advocacia.


E a advocacia deve ser essencial. Deve haver essência no exercício da profissão. Advogar é sem hora, é sem limite, é com total envolvimento, é assumir o problema do cliente como se fosse seu até que ele se resolva, até que você volte para casa e naqueles poucos momentos de descanso, desvista-se daquele mister nobre e necessário, de defender o Direito do outro para conseguir dormir bem, na certeza de que enquanto na advocacia, todo o melhor foi dedicado ao cliente. É defender com toda competência e vigor o direito de outra pessoa que se sinta lesada, desprotegida e que precise do advogado para que a Justiça possa ser feita.


Advogar é sofrer a dor do cliente, é entender e sentir sua urgência, é priorizar sua necessidade, garantir que aquele ato aparentemente simples, um mandato, seja respeitado, entendido, aceito, exercido com entrega absoluta e com um conhecimento que o cliente não tem. É garantir ao cliente que a respiração do advogado está sob influência daquele caso, daquela injustiça, daquela providência que não pode passar anos e anos nas gavetas e prateleiras do judiciário, ou do escritório. Boa parte do tempo processual que incomoda e prejudica a todos é um tempo gasto em meras prateleiras, aguardando isso, aguardando aquilo.


É uma advocacia nobre, útil, necessária e por muitas vezes mal interpretada pelo judiciário, pelos cidadãos e pelo Estado em geral. E como dizia Rui Barbosa, “aquele que em sua vocação estiver, nela permaneça”, e assim cá estamos, advogando artesanalmente com todas as modernidades possíveis, com a essência mais nobre da advocacia, para defender quem precisa ser defendido, doa a quem doer.

 

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